Pular para o conteúdo principal

Doomsday

Como o título indica, não é um filme para pessoas sensíveis. Muito menos na Páscoa

Reino Unido, 2007. Um vírus mortal, conhecido como “Reaper Virus", matou milhares de pessoas assim que começou. Em desespero, o governo Britânico evacua o máximo de sobreviventes possível da zona infectada e mais tarde constrói muros à volta de forma a prevenir que os restantes escapem. Trinta anos mais tarde, ainda com os muros de pé e as vitimas ainda na memória, o vírus está de volta. O governo decide enviar uma força especial de elite, dirigida pelo Major Eden Sinclair, para a zona de calamidade para investiga uma possível cura.

A primeira coisa que eu pensei ao terminar de assistir esse filme foi: O quê que o roteirista fumou?

É sério! É muito estranho esse filme. Não pelo fato de ter um virus mortal atacando todo mundo, ainda mais que quem está morto continua morto. Mas... o cara misturou filmes futuristas, medievais, de terror e Velores e Furiosos.

No elenco, temos: Rhota Mitra como a Major Sinclair, Craig Conway como Sol (no original: Sun), Malcolm McDowell como Rei Arthur o doutor Kane e Darren Morfitt como o filho da puta que não pode faltar em nenhum filme doutor Ben Stirling.

Embora o vírus seja o tema central do filme, não se preocupem porque os infectados aparecem bem pouco. E, mesmo que não tenha zumbis pra tudo quanto é lado, o filme continua sendo um banho de sangue.

Fotos:

Sinclair e toda a sua feminilidade...!
"Eu sou o Sol, sou eu quem brilho"
Rei Arthur... digo, Doutor Kane
Outra prova de feminilidade da jovem Sinclair
Trailer


That's all, Folks!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Início

Eis aqui minha primeira postagem. O nome do blog veio por me faltar outro, e o assunto que ele tratará serão os mais diversos, desde poemas escritos nas horas de ócio até opiniões pessoais sobre o que vier em mente. Obrigada pela atenção e espero que este blog venha a agradar-lhe.

Iraque Brasileiro

Essa música foi baseada na minha querida cidade Pirassununga. O clipe e a música são da banda MultiLados, e o nome do EP é Marchando A Gente Pira. Explicação para maior entendimento de quem não conhece essa merda bela cidade: Pirassununga abriga uma base do Exército e uma da Aeronáutica, além da 51 ser produzida aqui (agora lembraram de já ter lido o nome em algum lugar). Pirassununga Iraque Agora, a letra: Pirassununga é o Iraque Brasileiro Nossas bandeiras são quase do mesmo jeito Tem o vermelho, tem o branco e tem o preto Marchemos juntos pelo Iraque Brasileiro Tem militar em todo lugar E tem os Mórmons vindos Lá dos E.U. A Os baitolas na Avenida E pelas ruas tem gente até xiita Refrão Em vez de estrela tem um peixinho Mas isso é só pra parecer Mais bonitinho Nosso petróleo vem do Alambique Um combustível que alegra Quem tá triste E o clipe:

Com Amor, Van Gogh

Injustiçado do Oscar, mas esta bosta dessa premiação é comprada mesmo então lasque-se.   Nome Original: Loving Vincent Disponível: Netflix, Google Play Sinopse:  Armand Roulin viaja a cidade natal de Vicente van Gogh para entregar uma carta ao irmão do pintor. (Fonte: Google) Idiomas: Inglês, Português e Espanhol Este filme não é muito agitado, e se você conhecer um pouco de história da arte, ou leu as cartas que o Vincent Van Gogh mandou ao irmão durante a vida, ele vai ser bem mais interessante, mas é muito bonito esteticamente. Ele foi produzido por mais de 100 artistas que levaram uma eternidade pintando quadro a quadro do filme em uma mesa de vidro com tinta a óleo, imitando o estilo de pintura do próprio Van Gogh. Vale a pena para quem gosta de dramas e de filmes baseados em fatos reais. Eu vou admitir que eu estava esperando pela estreia deste filme desde que comentaram que estava em produção. A trilha sonora é bem suave, lembra um pouco o De Profundis (que e...