Qualquer semelhança com Matrix não é mera conhecidencia
Após uma 3ª Guerra Mundial, os sobreviventes perceberam que o mal da humanidade era gerado pelos sentimentos. Para inibí-los, criaram uma droga chamada Prozium e o Clero Grammaton ficou responsável por caçar e controlar tudo que gerasse algum sentimento. O clérico John Preston, por acidente, não toma uma de suas doses da droga e tem seus primeiros sentimentos, o que o obriga a pensar se o que fazem é certo.
Embora seja um bom filme, sua estreia foi ofuscada pelo sucesso de Matrix (ou você achou mesmo que a semelhança das capas dos filmes era só conhecidência?). No começo, não parece ser interessante, ainda mais por todos terem a mesma cara fechada. Mas depois que o clérico Preston para de tomar a dose, a história apaga a má impressão.
O elenco conta com Christian Bale como John Preston, Sean Bean como o clérico com sentimentos Partridge, Emily Watson como a criminosa sensória Mary O'Brien e Angus Macfadyen como o filho da puta representante do Conselho de Grammaton Dupont.
John Preston no inicio de seus sentimentos. Já começou bem: escolheu Beethoven.
John Preston e Mary O'Brien. Não, eles não estão dançando.
As cenas de luta são um espetáculo a parte. Principalmente a primeira, que acontece no escuro, e a última, que a luz dá um realce magnífico. E não decepcionará ninguém: são usadas armas de fogo, espadas e muita arte marcial.
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